segunda-feira, 24 de junho de 2019

Educacao Fisica Inclusiva Em Mocambique De acordo com a pesquisa efectuada, foi possível concluir que as crianças com Necessidades Educativas Especiais Motora são acompanhadas nas aulas de Educação Física na Escola Primaria Completa de Khongolote “A” em pé de igualdade com as outras. Não existem exercícios específicos de acordo com o tipo de deficiência que a criança apresenta. Existe no seio dos professores a consciência de acompanhar as crianças com NEE Motara, contudo não há sua operacionalização por falta de programas específicos, linhas de orientação concretas a nível das instâncias superiores. Os poucos professores que demonstraram interesse em acompanhar as crianças com NEE Motara usando a sua criativadade enfrentam a falta do material concretizador. Existe uma comunicação entre os SDEJT da Matola, a escola e os professores mas ela não permite uma integração global na escola, de criança com NEE Motora numa sala regular pois a informação é de âmbito apelativo ( vamos integrar as criança). A disciplina de EF da forma como ela ocorre actualmente na escola, sem actividades adaptativas não pode ser usada como estratégia de inclusão de crianças com NEEM, uma vez que não possibilita a criança demostrar o seu pontencial de aprendizagem a nível cognitivo, afectivo e psicomotor. As capacitações realizadas a nível das escolas são meramente teóricas, sem apresentação de alternativas educativas concretas em como intervir em casos de crianças com NEEM. Dificuldades no diagnósticos detalhado no seio dos professores ou mesmo a escola do nível de limitações que aluno apresenta. Reparando para o quadro teórico apresentado na fundamentação teórica podemos afirmar que as escolas enfrentam dificuldade para responder a inclusão de crianças com NEEM. Na óptica da nossa pesquisa para as escolas incluirem integralmente crianças com NEEM, torna-se necessário uma interligação entre, o problema da descrição motora, o tipo de actividade a executar, material didactico necessário e os resultados de aprendizagem esperados. Por exemplo: Problema de atrofiamento dos membros inferiores grave, na aula de atletismo pode se colocar a criança como cronometrista, o que poderá resultar numa aprendizagem afectiva e cognitiva (conhecimento das regras do jogo). Os professores, a escola, a SDEJT da Matola e as ONG’s, tem como tarefa a produção de fichas/grelhas auxiliadores que permitem o professor a adquirir orientações especificas no que concerne a actividades adaptativas de cada necessidade e interesse de aprendizagem. Deste modo acreditamos que esta pode ser a melhor estratégia de tornar a política da educação inclusiva no contexto de crianças com NEE Motora materializada

Educacao Fisica Inclusiva Em Mocambique
De acordo com a pesquisa efectuada, foi possível  concluir que as crianças com Necessidades Educativas Especiais Motora são acompanhadas nas aulas de Educação Física na Escola Primaria Completa de Khongolote “A” em pé de igualdade com as outras.
Não existem exercícios específicos  de acordo com o tipo de deficiência que a criança apresenta.
Existe no seio dos professores  a consciência de acompanhar as crianças com NEE Motara,  contudo não há sua operacionalização por falta de programas específicos, linhas de orientação concretas a nível das instâncias superiores.
Os poucos professores que demonstraram interesse em acompanhar as crianças com NEE Motara usando a sua criativadade enfrentam a falta do material concretizador.
 Existe uma comunicação entre os SDEJT da Matola, a escola e os professores  mas ela não permite uma integração global na escola, de criança com NEE Motora numa sala regular pois a informação é de âmbito apelativo ( vamos integrar as criança).
 A  disciplina de EF da forma como ela ocorre actualmente na escola, sem actividades adaptativas  não pode ser usada como estratégia de inclusão de crianças com NEEM, uma vez que  não possibilita  a criança demostrar o seu pontencial de aprendizagem a nível cognitivo, afectivo e psicomotor.
As capacitações realizadas a nível das escolas são meramente teóricas, sem apresentação de alternativas educativas concretas em como intervir em casos de crianças com NEEM.
Dificuldades no diagnósticos detalhado no seio dos professores ou mesmo a escola do nível de limitações que aluno apresenta.
Reparando para o quadro teórico apresentado na fundamentação teórica podemos afirmar que as escolas enfrentam dificuldade para responder a inclusão de crianças com NEEM. Na óptica da nossa pesquisa para as escolas incluirem integralmente crianças com NEEM,  torna-se necessário uma interligação entre, o problema da descrição motora,  o tipo de actividade a executar, material didactico necessário e os resultados de aprendizagem esperados.
Por exemplo:
Problema de  atrofiamento dos membros inferiores grave, na aula de atletismo pode se colocar   a criança como cronometrista, o que poderá resultar numa aprendizagem afectiva e cognitiva (conhecimento das regras do jogo).
Os professores, a escola, a SDEJT da Matola e as ONG’s, tem como tarefa a produção de fichas/grelhas auxiliadores  que permitem o professor a adquirir orientações especificas no que concerne a actividades adaptativas de cada necessidade e interesse de aprendizagem.
Deste modo acreditamos que esta pode ser a melhor estratégia de tornar a política da educação inclusiva no contexto de crianças com NEE Motora materializada
De acordo com a pesquisa efectuada, foi possível  concluir que as crianças com Necessidades Educativas Especiais Motora são acompanhadas nas aulas de Educação Física na Escola Primaria Completa de Khongolote “A” em pé de igualdade com as outras.
Não existem exercícios específicos  de acordo com o tipo de deficiência que a criança apresenta.
Existe no seio dos professores  a consciência de acompanhar as crianças com NEE Motara,  contudo não há sua operacionalização por falta de programas específicos, linhas de orientação concretas a nível das instâncias superiores.
Os poucos professores que demonstraram interesse em acompanhar as crianças com NEE Motara usando a sua criativadade enfrentam a falta do material concretizador.
 Existe uma comunicação entre os SDEJT da Matola, a escola e os professores  mas ela não permite uma integração global na escola, de criança com NEE Motora numa sala regular pois a informação é de âmbito apelativo ( vamos integrar as criança).
 A  disciplina de EF da forma como ela ocorre actualmente na escola, sem actividades adaptativas  não pode ser usada como estratégia de inclusão de crianças com NEEM, uma vez que  não possibilita  a criança demostrar o seu pontencial de aprendizagem a nível cognitivo, afectivo e psicomotor.
As capacitações realizadas a nível das escolas são meramente teóricas, sem apresentação de alternativas educativas concretas em como intervir em casos de crianças com NEEM.
Dificuldades no diagnósticos detalhado no seio dos professores ou mesmo a escola do nível de limitações que aluno apresenta.
Reparando para o quadro teórico apresentado na fundamentação teórica podemos afirmar que as escolas enfrentam dificuldade para responder a inclusão de crianças com NEEM. Na óptica da nossa pesquisa para as escolas incluirem integralmente crianças com NEEM,  torna-se necessário uma interligação entre, o problema da descrição motora,  o tipo de actividade a executar, material didactico necessário e os resultados de aprendizagem esperados.
Por exemplo:
Problema de  atrofiamento dos membros inferiores grave, na aula de atletismo pode se colocar   a criança como cronometrista, o que poderá resultar numa aprendizagem afectiva e cognitiva (conhecimento das regras do jogo).
Os professores, a escola, a SDEJT da Matola e as ONG’s, tem como tarefa a produção de fichas/grelhas auxiliadores  que permitem o professor a adquirir orientações especificas no que concerne a actividades adaptativas de cada necessidade e interesse de aprendizagem.
Deste modo acreditamos que esta pode ser a melhor estratégia de tornar a política da educação inclusiva no contexto de crianças com NEE Motora materializada.


 In GisseGisella Lídia HilárioTimana
                                                                                                        
Licenciatura em Ensino Básico
  
A prática da Educação Física Inclusiva como estratégia psicopedagógica de inclusão de crianças com Necessidades Educativas Especiais Motora (Estudo caso: Escola Primária Completa de Khongolote” A” 2ª classe)

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